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June 18 STF derruba exigência do diploma para o exercício do JornalismoEm julgamento realizado nesta quarta-feira (17/06), o Supremo TribunalFederal deu provimento ao Recurso Extraordinário RE 511961, interpostopelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão de São Paulo. Nestejulgamento histórico, o TST pôs fim a uma conquista de 40 anos dosjornalistas e da sociedade brasileira, tornando não obrigatória aexigência de diploma para exercício da profissão. A executiva da FENAJse reúne nesta quinta-feira para avaliar o resultado e traçar novasestratégias da luta pela qualificação do Jornalismo. Representantes da FENAJ e dos Sindicatos dos Jornalistas do RS, PR, SP,MG, Município do RJ, CE e AM acompanharam a sessão em Brasília. Opresidente da Comissão de Especialistas do Ministério da Educação sobrea revisão das diretrizes curriculares, José Marques de Melo, tambémesteve presente. Do lado de fora do prédio - onde desta vez não foramcolocadas grades - houve uma manifestação silenciosa. Em diversosestados realizaram-se atos públicos e vigílias. No reinício dos trabalhos em plenário, às 17h05, o ministro GilmarMendes apresentou seu relatório e voto pela inconstitucionalidade daexigência do diploma para o exercício profissional do Jornalismo. Emdeterminado trecho, ele mencionou as atividades de culinária e corte ecostura, para as quais não é exigido diploma. Dos 9 ministrospresentes, sete acompanharam o voto do relator. O ministro MarcoAurélio votou favoravelmente à manutenção do diploma. "O relatório do ministro Gilmar Mendes é uma expressão das posiçõespatronais e entrega às empresas de comunicação a definição do acesso àprofissão de jornalista", reagiu o presidente da FENAJ, Sérgio Murillode Andrade. "Este é um duro golpe à qualidade da informaçãojornalística e à organização de nossa categoria, mas nem o jornalismonem o nosso movimento sindical vão acabar, pois temos muito a fazer emdefesa do direito da sociedade à informação", complementou, informandoque a executiva da FENAJ reúne-se nesta quinta-feira, às 13 horas, paratraçar novas estratégias de luta. Valci Zuculoto, diretora da FENAJ e integrante da coordenação daCampanha em Defesa do Diploma, também considerou a decisão do STF umretrocesso. "Mas mesmo na ditadura demos mostras de resistência.Perdemos uma batalha, mas a luta pela qualidade da informaçãocontinua", disse. Ela lembra que, nas diversas atividades da campanhanas ruas as pessoas manifestavam surpresa e indignação com oquestionamento da exigência do diploma para o exercício da profissão."A sociedade já disse, inclusive em pesquisas, que o diploma énecessário, só o STF não reconheceu isso", proclamou. Além de prosseguir com o movimento pela qualificação da formação emjornalismo, a luta pela democratização da comunicação, por atualizaçõesda regulamentação profissional dos jornalistas e mesmo em defesa dodiploma serão intensificadas. FONTE: FENAJ Dai eu pergunto: E agora o que será de nós jornalistas por formação? Resposta? Abrir uma banca de jornal e revistas e vender as merdas que qualquer meia boca andará publicando. Puta que pariu viu! Bom, desculpem eu estou muito revoltado. |
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